A todas chamava pelo nome, por amor dava-lhes novos nomes mais belos e sabia exactamente da vida de cada uma, na alegria.
E tudo isto não era absolutamente nada estabelecido, cultivado, mas simplesmente desenvolvido à medida que ela crescia.
Trata-se, pois, de uma certeza eterna, por todo o lado comprovada: quanto mais inocente e bela é uma alma, tanto mais familiar ela é às outras vidas felizes, a que chamamos inanimadas.
Holderlin, Hipérion ou o Eremita da Grécia
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